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Youssef, que foi preso domingo, no Cemitério Parque das Oliveiras, em Londrina (PR), quando visitava o túmulo da mãe, no feriado do Dia de Finados, chegou a ser levado até a sede da Justiça Federal. No entanto, por indicação do advogado Augusto Figueiredo Basto, ele se manteve calado.
De acordo com Basto, ele pediu para que seu cliente se mantivesse em silêncio para que pudesse ganhar mais um tempo para preparar melhor a defesa do acusado. "Consideramos o tempo insuficiente. Recebemos o processo na segunda-feira e não houve tempo para lê-lo, nem para preparar a defesa e o nosso cliente", justificou. O advogado afirma que o processo que envolve o seu cliente tem 29 volumes.
Alberto Yosself é acusado de ser o principal intermediário nas transferências ilegais, por meio de contas do tipo CC-5, para a agência do Banestado de Nova Iorque (Estados Unidos). A CPI do Banestado investiga o envio ilegal de aproximadamente US$ 30 bilhões para fora do Brasil.
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